sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Teoria das Restrições

Hoje iniciei um curso de curta duração chamado: A Meta na Prática.
O curso é baseado na Theory of Constraints (TOC), Teoria das Restrições, de Elyiahu Goldratt.
Bem, eu já li o livro A Meta, já conhecia um pouco da TOC, mas curso sempre é bom e após 1/3 de curso, montei um modelo para a TOC:

Você tem que pensar e observar o fluxo, as entradas e as saídas de cada componente do fluxo, demanda e entrega...

Eu achava que a restrição a "ovelha negra' da família, mas não, a restrição não é apenas o gargalo. A restrição, muito pelo contrário, é justamente onde você tem de dedicar seus esforços...
Ela é indispensável para o seu fluxo, é responsável pela maior perda caso ela pare, pois é dela que todos dependem mais, todas as outras etapas do fluxo...

O exemplo citado em sala era uma máquina, que para garantir todas as demandas, exigia a maior disponibilidade da fábrica, mais que o dobro de outras máquinas...

Afinal, você tem que estar de olho na META, nas suas entregas.!

A restrição sempre será o garlalo, se ela não for, deixa de ser a restrição.
Ela pode deixar de vir a ser, sim!

Seu foco deve ser esse: você tem que tirar o máximo da restrição e geralmente, para conseguirmos isso, a escolha mais óbvia deve ser evitada. Temos que quebrar a cabeça para que aquela etapa "se supere"!

Adicionar recursos, maquinas, pessoas é sempre a saída mais procurada.

Mexer o quebra-cabeça do fluxo até ele formar a trilha mais produtiva possível, é a META.

Goldratt tenta te ensinar esse jogo!

Um comentário:

Anônimo disse...

Dar uma topada e falar: Que Meta!!!

Conquista e superação de meta é sempre um momento de satisfação, receber sinceros parabéns talvez já fosse o ideal, mas nem isso acontece na maioria das vezes, e de forma acertada, ao meu modo de ver!

Metas... Esses valores controlados por esses indispensáveis indicadores criados por uns e perseguidos por outros (parece conflitante!), são determinados por uma série de fatores de diversas áreas da empresa; quando determinados de forma acertada, a chance de sucesso normalmente é maior que a de fracasso.

Saber exatamente para onde queremos ir, e o porquê, é um passo fundamental... Mudar pra onde, pra que? ... Agora... Saber o que precisamos fazer para chegarmos lá é outro passo que não pode em nenhum momento deixar de ser iniciado com o: ONDE ESTAMOS!!! Talvez seja o primeiro passo!

É de extrema importância saber onde estamos, para sabermos quais caminhos faremos para a superação da meta a ser conquistada, isso é termos todos os dados disponíveis no processo e se possível ON LINE.

Dados!!!
Podem ser a maior restrição!!! A restrição fantasma!!! A melhoria imaginária!!! A perda de foco na ação!!! A derrota do vencedor ou a vitória do perdedor!!!

Restrição?!
As informações não podem ser restritas!
As informações não podem criar restrições e sim indicá-las!

Se não temos as informações corretas, não atacaremos a restrição, e todos os esforços ficarão restritos ao... Não deu, eu não tinha visto!!!

Em suma! É saber onde estamos pisando, para saber se conseguiremos subir as escadas para alcançar o objetivo, e como subiremos, em quanto tempo, etc...

... Se soubéssemos que o obstáculo já estava ali, já o teríamos removido, ou dado a volta, ou passado por cima... Sei lá, cada caso é um caso! Mas certamente não teríamos tropeçado no início, meio ou fim, pra falarmos da meta!